TRE-PB evidencia importância da autonomia na auditoria interna
Ao longo do mês, serão divulgados conteúdos sobre o trabalho desenvolvido pela COAUDI

A importância da autonomia no trabalho da auditoria interna é o tema da segunda semana com notícias sobre o trabalho desenvolvido pela Coordenadoria de Auditoria Interna (COAUDI) do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ao longo do mês, serão divulgados conteúdos em alusão à campanha nacional “Mês Internacional de Conscientização da Auditoria Interna”, promovida pelo Instituto Internacional de Auditores Internos (IIA) Brasil.
A campanha tem o objetivo de aproximar a sociedade e os servidores públicos da importância dessa atividade para a boa governança das instituições.
Para que os auditores possam avaliar, com objetividade e imparcialidade, os processos, os riscos e os controles de uma organização, é indispensável que estejam livres de influências capazes de comprometer a qualidade e a isenção de suas conclusões. A observação é do coordenador da COAUDI, João Demar Lucena Rodrigues. “Sem independência, a auditoria perde sua essência: a capacidade de oferecer uma visão imparcial sobre o funcionamento da instituição”, declarou.
No TRE-PB, a independência da COAUDI está assegurada tanto no plano normativo quanto no organizacional. A Resolução TRE-PB nº 26/2018 — Estatuto da Unidade de Auditoria Interna — e a Portaria nº 58/2026 estabelecem as normas técnicas que regem a atuação da unidade, em consonância com a Resolução CNJ nº 309/2020, que disciplina as atividades de auditoria interna em todo o Poder Judiciário.
Além disso, o Código de Ética dos auditores internos do TRE-PB, instituído pela Resolução TRE-PB nº 27/2018, reforça os compromissos de integridade, objetividade e independência que devem nortear a conduta de todos os membros da equipe.
Do ponto de vista estrutural, a COAUDI está posicionada de forma estratégica na organização do Tribunal, com reporte direto à Presidência. Esse modelo garante que a unidade possa exercer suas atribuições com autonomia, sem subordinação às áreas que são objeto de avaliação. Porém, João Demar esclarece que a independência organizacional não significa isolamento. “A COAUDI mantém relacionamento constante com todas as unidades do Tribunal, atuando também como parceira na identificação de oportunidades de melhoria e no fortalecimento da governança institucional”, pontuou.
A autonomia da auditoria interna também se expressa na liberdade para planejar seus trabalhos com base em critérios técnicos e de risco, sem interferência externa na definição das prioridades e dos procedimentos adotados. O Plano Anual de Auditoria (PAA) e o Plano Tático Operacional (Estratégia da Auditoria) são elaborados de forma independente pela COAUDI, com base em análise de riscos e alinhamento aos objetivos do Tribunal, sendo submetidos à Presidência para conhecimento e aprovação.
Por fim, João Demar enfatiza que a independência da auditoria interna, longe de ser um privilégio corporativo, é uma garantia para toda a sociedade. “É ela que assegura que as avaliações realizadas pela COAUDI sejam confiáveis, que as recomendações expedidas sejam tecnicamente fundamentadas e que o TRE-PB disponha de um mecanismo efetivo de controle orientado ao interesse público”, concluiu o coordenador da COAUDI.
/saragomes/ascom/tre-pb/
#PraTodosVerem: Na fotografia aparece um homem sentado, analisando processos que chegam a auditoria interna do TRE-PB.
Redes Sociais oficiais do TRE-PB
Confira nosso canal no Youtube
Curta nossa página no Facebook
Siga nosso Instagram
Siga nosso X
Siga nosso TikTok
Ouça nossos podcasts no Soundcloud
Ouça nossos podcasts no Spotify
