TRE-PB realiza oficina de Gestão de Riscos com foco em inovação
Atividade, realizada nesta quarta (4), utilizou a metodologia de Design Thinking para repensar a gestão de riscos no ambiente institucional

A Secretaria de Gestão e Modernização (SEGEM) do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) realizou, nesta quarta-feira (4), uma oficina de Gestão de Riscos. A iniciativa buscou compreender por que o tema ainda não é incorporado de forma efetiva nos processos de trabalho das secretarias que lidam com gestão de riscos. A dinâmica foi conduzida pelo secretário da SEGEM, José Augusto de Oliveira Neto, no Ambiente de Gestão, Inovação e Liderança (AGIL), na sede do Tribunal.
A atividade utilizou a metodologia de inovação Design Thinking, uma abordagem voltada à inovação e à construção colaborativa de soluções. A metodologia é dividida em cinco fases: Empatia, (Re)definição, Ideação, Prototipação e Teste. Nesta quinta-feira (5), os participantes darão continuidade a oficina.
Na primeira etapa, denominada Empatia, os participantes puderam registrar, em post-its, suas percepções sobre a gestão de riscos: o que sentem, o que escutam no ambiente institucional e qual o impacto da ausência da gestão de riscos em seus processos de trabalho. “De maneira geral, os participantes relataram o sentimento de que a gestão de riscos não é efetivamente utilizada, sendo feita apenas a identificação para cumprir normas do CNJ. Dessa forma, essa ferramenta de gestão acaba não sendo utilizada para a tomada de decisão”, detalhou Maria Eridan Pimenta, chefe da Seção de Eleição, Inovação e Modernização (SEIM).

Na sequência, a oficina avançou para a fase de (re) definição do problema, cujo objetivo foi delimitar os fatores que dificultam a efetiva gestão de riscos. Na dinâmica, algumas questões foram pontuadas: qual a principal questão a ser tratada; para quem isso é um problema; qual o benefício que se busca proporcionar; quais os impedimentos para a realização; quais fatores sociais e econômicos influenciam esse problema; e se é possível pensar nessa situação de outra maneira.
Segundo a chefe da SEIM, a fase de (re) definição visa fragmentar o chamado “problema central” em partes menores e mais compreensíveis, facilitando a visualização de caminhos possíveis para a construção de soluções. “Ao delimitar e compreender melhor o problema, parte da solução já começa a ser desenhada. A redefinição clara dos desafios permite avançar para as próximas etapas da metodologia, com foco no desenvolvimento de propostas que tornem a gestão de riscos uma ferramenta efetiva de planejamento e apoio à decisão”, completou.
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Capa – #PraTodosVerem: Na fotografia, aparecem algumas pessoas em pé, colocando suas sugestões em post-its na metodologia da Matriz de (Re)definição de Problema, enquanto outras estão sentadas na sala Ágil.
Foto 1 – #PraTodosVerem: Na fotografia, aparece o secretário da SEGEM, José Augusto, apresentando a metodologia de inovação.
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